PRESIDENTE MAXUEL RODRIGUES.
O Cardeal Arcoverde:
Registro de batismo.
Joaquim Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti
Cardeal da Santa Igreja Romana
Arcebispo do Rio de Janeiro
1º Cardeal do Brasil
Atividade eclesiástica
Diocese
Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro
Nomeação
31 de agosto de 1897
Entrada solene
24 de outubro de 1897
Predecessor
João Fernando Tiago Esberard
Sucessor
Sebastião Cardeal Leme da Silveira Cintra
Mandato
1897–1930
Ordenação e nomeação
Ordenação presbiteral
4 de abril de 1874
Arquibasílica de São João Latrão
por Costantino Cardeal Patrizi Naro
Nomeação episcopal
26 de junho de 1890
Ordenação episcopal
26 de outubro de 1890
Vaticano
por Mariano Cardeal Rampolla del Tindaro
Nomeado arcebispo
24 de agosto de 1897
Cardinalato
Criação
11 de dezembro de 1905
por Papa Pio X
Ordem
Cardeal-presbítero
Título
São Bonifácio e Santo Aleixo
Brasão
Lema
DOMINI FORTITUDO NOSTRA
A nossa força é do Senhor
Dados pessoais
Data de Nascimento:17 de janeiro de 1850
Local:Cimbres
Morte: Rio de Janeiro
18 de abril de 1930 (80 anos)
Nacionalidade
brasileiro
Progenitores
Mãe: Marcelina Dorotéia de Albuquerque Cavalcanti
Pai: Antônio Francisco de Albuquerque Cavalcanti
Funções exercidas
-Bispo de Goiás (1890–1891)
-Bispo coadjutor de São Paulo (1892–1894)
-Bispo de São Paulo (1894–1897)
Títulos anteriores
-Bispo titular de Argos' (1892-1894)
Sepultado
Catedral de São Sebastião do Rio de Janeiro
dados em catholic-hierarchy.org
Cardeais
Categoria:Hierarquia católica
Projeto Catolicismo
Foi reitor do Seminário de Olinda; décimo bispo nomeado de
Goiás; décimo bispo de São Paulo; e décimo-terceiro bispo e segundo arcebispo
da Arquidiocese do Rio de Janeiro.
Biografia
Nasceu em Cimbres , no sítio Olho D'água dos Bredos, atual
município de Pesqueira, no estado de Pernambuco, e era filho de Antônio
Francisco de Albuquerque Cavalcanti e de Marcelina Dorotéia de Albuquerque
Cavalcanti. Faleceu aos oitenta anos, na cidade do Rio de Janeiro, como seu
arcebispo, estando sepultado na catedral metropolitana daquela cidade.
Aos 13 anos, entrou para o Seminário Menor de Cajazeiras, na Paraíba. Aos 16 anos, em 1866, seguiu para Roma, onde cursou Ciências e Letras, Filosofia e Teologia, tendo concluído seus estudos no Pontifício Colégio Pio Latino Americano.
Ascendência
Em 1848 o capitão Antônio Francisco de Albuquerque
Cavalcanti (que ficou conhecido por capitão Budá) casou-se com Marcolina
Dorothéia Pacheco do Couto, sétima dos 11 filhos de Leonardo Pacheco Couto e
Ana Antônia Cordeiro do Rego. O primeiro filho do casal (nascido no dia 17 de
janeiro de 1850) foi D. Joaquim Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti, o primeiro
cardeal do Brasil e da América Latina, conhecido por Cardeal Arcoverde. Ele
nasceu na Fazenda Fundão, em Olho d’Água, que era vizinha à Fazenda Santa Rita,
do seu avô materno, Leonardo Pacheco Couto.
Em 1865, no vale formado pelos serrotes do Retiro e do
Cruzeiro, e da serra da Aldeia Velha, o aglomerado de casas que se havia
formado já apresentava aspecto de um povoado. Nesse ano, foi reconstruída a
igreja de Nossa Senhora do Livramento, mandada erigir por Leonardo Pacheco do
Couto. Nessa época começaram a surgir as primeiras casas de comércio e, em
1891, o desenvolvimento do povoado era tamanho que o então município de Cimbres
elevou-o à categoria de distrito, anexando-o ao seu território. Pouco tempo
depois, no entanto, voltou a ser simples povoado, situação que permaneceu por
quase 20 anos. O topônimo foi mudado para Olho d’Água dos Bredos e a primeira
menção a essa nova denominação aparece em 1890, na ata de uma das sessões do
Conselho da Intendência do Município de Cimbres.
Em 1 de julho de 1909 a Lei Estadual nº 991 elevou o povoado
de Olho d’Água dos Bredos à categoria de vila. Uma Resolução do Conselho
Municipal de Cimbres, comunicada ao governador em ofício de 19 de março de
1912, mudou a denominação de Olho d’Água dos Bredos para Rio Branco, em
homenagem ao Dr. José Maria da Silva Paranhos Jr., o barão do Rio Branco,
histórico chefe da diplomacia brasileira, falecido no dia 10 de fevereiro desse
mesmo ano. O distrito foi criado em 12 de novembro de 1912, pela Lei Municipal
nº 18, como 7º distrito do município de Cimbres. Nessa época já possuía uma
agência postal, criada em 1910, e já era ligado à capital do estado pela via
férrea que fora inaugurada em 13 de maio de 1912 pelo então governador, general
Emídio Dantas Barreto. No frontão de cada lado da pequenina estação a Great
Western mandou inscrever a denominação “Barão do Rio Branco”.
A Lei Estadual nº 1.931, de 11 de setembro de 1928, criou o município de Rio Branco formado pelo território do distrito de mesmo nome, desmembrado de Pesqueira, acrescido de parte da Fazenda Tatu, desmembrada de Buíque. Essa mesma lei concedeu ao distrito de Rio Branco foros de cidade e sede do município. Foi instalado em 1 de janeiro de 1929 e o seu primeiro prefeito, eleito no dia 30 de setembro de 1928, foi o Cel. Antônio Japyassu. Em divisão administrativa referente ao ano de 1933 o município é constituído apenas do distrito sede. A comarca de Rio Branco foi criada em 13 de junho de 1934 através do Decreto nº 305, sendo instalada no dia 18 do mesmo mês, pelo juiz Agrício da Silva Brasil; é classificada como comarca de 2ª entrância. Pelo Decreto-lei Estadual nº 952, de 31 de dezembro de 1943, o município, termo e comarca de Rio Branco tiveram o topônimo alterado para Arcoverde, em homenagem ao Cardeal Arcoverde, natural do município, falecido no Rio de Janeiro, no dia 18 de abril de 1930. Em divisão territorial datada de 1 de julho de 1960 o município é constituído apenas do distrito-sede, assim permanecendo em divisão territorial de 2005.
DESENHO PROJETO PARA
TELA DE FRANCISCO RICARDO NOBRE O INGLÊS DA VOLTA COM BASE EM ESTUDO DE SEUS
DESCENDENTES. DESENHO DO ARTISTA PLÁSTICO MAXUEL RODRIGUES.
Tem inicio o século XIX e por trás da galharia esturricada e
da aridez do clima quente do Pajeú e semi árido do Agreste , o clima , seco e quente nos meses
correspondentes à primavera , verão e outono, imprimem um caráter adusto e
ríspido aos seus habitantes , nosso clima e natureza se assemelha ao do
território Templário de Ponferrada na Espanha.
Para sobreviver ao meio hostil fecham-se como estômatos
criando proteções que tenham um pouco de umidade , um pouco de sentimento .
Escondidos por dentro do temperamento seco e ríspido , seus habitantes
preservam os traços da organização transoceânica Medieval Borgonha Francesa e
Européia Borgonha.
Uma boa porção dos seus primitivos habitantes europeus veio
parte da Escócia , Inglaterra , do norte de Portugal e principalmente vinham
das margens do Río Douro onde viviam em seus feudos estruturando uma economia
mercantilista nas suas Capitanias e Sesmarias hereditárias nos seus territórios
dentro de Pernambuco e em todos os seus territórios no Brasil.
Enviando seus filhos ou parentes que sempre chegavam
contando estórias para os trabalhadores simples que aqui contratavam ou a seus
escravos. Alguns destes descendentes Borgonhas eram da Casa da Torre.
Os Garcias D'Ávila provinham das cercanias de Povoa do
Varzim, (Bandeira,200), e na região do Porto ao Minho, uma área agrícola do
norte de Portugal, o projeto com ares de aventura e metas de aumentar suas
riquezas no além mar foi estruturado, com o sucesso dos seus parentes que aqui
no Brasil se instalaram.
Ruínas do Castelo da
Torre . A Casa da Torre de Garcia d'Ávila é uma construção histórica localizada
na Praia do Forte, no município de Mata de São João, no estado brasileiro da
Bahia. Com igreja em formato Templário Octogonal.
Demostravam em visita as Casas dos seus parentes Borgonhas
mais riquezas que seus parentes que permaneceram em Portugal como relata Nelson
Barbalho no livro Cronológica Pernambucana volume 07 que narra os
acontecimentos Pernambucanos de 1713 a 1750.
Os primeiros colonizadores investidores foram transplantados
dos seus feudos medievos portugueses para suas Sesmarias que eram gigantescas
fazendas do então agronegócio nordestino daquela época.
A riqueza acumulada por Antônio Vieira de Melo em sua imensa
Sesmaria do Ararobá , que exportava , açúcar , café , gado , algodão.
Despertara em seus
parentes Borgonhas Português, da Inglaterra e Escócia a vontade de tomar posse
de suas Sesmarias Hereditárias nos sertões de Pernambuco , terras tão lucrativa
deveriam ser olhadas com mais carinho.
A expansão financeira
do Capitão-mor Antônio dos Santos Coelho
, apartir de 1805 exportando seu algodão, café , e o açúcar que ele
produzia em milhares de toneladas para a Inglaterra após o decreto de livre
comércio por meio do Conselho Templário ultramarino da Ordem de Cristo no
Recife do qual ele como Cavaleiro da Ordem de Cristo era o gestor.
Os descendentes de Henry SantCly daquele tempo, que aqui em
Pernambuco adotaram o sobrenome de Cavalcanti , que no ano de 1777 já
demostravam um poder econômico incrível .
É de julgar um pouco a época do atraso educacional da região
, com analfabetismo dos colonos meeiros simples.
Não tendo experimentado o impulso renascentista que preparou a futura revolução industrial
européia , os campos e Sesmarias que tinham a gestão de portugueses no século XVIII, tinham o aspecto feudal .
Nas sedes das grandes Fazendas Sesmarias os senhores do açúcar do século XVII
traziam sua cultura pura. A cultura foi transplantada de forma sem sofrer
alterações.
As ligações de parentesco interligam cada vez mais os
parentes Borgonhas As famílias que já eram interligadas as principais famílias
do Agreste e do Sertão se unem formando uma força maior que a coroa Portuguesa.
É que poucos foram os primeiros investidores do nordeste
Brasileiro chegados da Europa no século XVII, poucos foram os que conseguiram
adentrar em suas sesmarias hereditárias
localizadas nos sertões, e poucas eram suas filhas avidamente procuradas pelos
jovens Europeus que chegavam em profusão na primeira metade do século XVIII.
O imaginário sertanejo manteve os romances de cavalaria
Templária do Medievo .
A literatura oral , que se integra no cordel preserva um
pouco dos romances clássicos, a história de Carlos Magno e os doze pares
Borgonha da França o Rei descendente de Salomão.Carlos Magno ou Carlos, o
Grande (em latim: Carolus Magnus, em alemão: Karl der Große, em francês:
Charlemagne) (nasceu em 2 de abril de 742 – Aachen, 28 de janeiro de 814) foi
Rei dos Francos a partir de 768, Rei dos Lombardos a partir de 774 e Imperador
dos Romanos a partir do ano 800. Durante o início da Idade Média, Carlos Magno
uniu a maior parte da Europa ocidental e central. Ele foi o primeiro imperador
reconhecido a governar da Europa ocidental desde a queda do Império Romano do
Ocidente cerca de três séculos antes. O Estado franco expandido que Carlos
Magno fundou é conhecido como o Império Carolíngio. Mais tarde, ele foi
canonizado pelo antipapa Pascoal III. Muitos dos episódios dos contos de
Chaucer (Kanterbury Tales), as Guerras de Saladino, as proezas de Carlos
Martel, a lenda de Roland, a gesta de Robin Hood, os Cavaleiros da Távola
Redonda e os do Santo Graal.
Esta é a base do saber dos contadores ,
tão típicos do sertão do Pajeú.
O Agreste Pernambucano e o Pajeú viviam uma gestão Medieval idêntica a realizada pelo Conde Portucalense Dom Henrique .
Henrique de Borgonha, conhecido em Portugal por Conde D.
Henrique (Nasceu em Dijon, 1066 – Astorga, e faleceu em 22 de maio de 1112),
foi conde de Portucale desde 1096 até à sua morte. Pertencia à família ducal da
Borgonha, sendo filho de Henrique, herdeiro do duque Roberto I com Sibila da
Borgonha, e irmão dos também duques Odo I e Hugo I.
FRANCISCO RICARDO
NOBRE , QUE TAMBÉM ASSINAVA FRANCISCO RICARDO NOBRE CAVALCANTE.
O inglês da Volta , da Fazenda Volta , em Jabitacá , ribeira
do Pajeú , permanece ainda para alguns historiadores uma grande incógnita.
A sua naturalidade Inglesa é comprovada em documentos da
época.
Só descobertos pelos historiadores Yone Sampaio e Geraldo
Tenório Aoun no ano de 2001. Trata-se da resposta a uma indagação sobre
estrangeiros resistentes no interior da Província de Pernambuco enviada ao
Chefe de Polícia, no Recife.
LIVRO DE YONE SAMPAIO
& GERALDO TENERIO AOUN. COM 600 PÁGINAS QUE FALA SOBRE OS DESCENDENTES DO
INGLÊS DA VOLTA. COLEÇÃO DA BIBLIOTECA KEOPS DO MUSEU DO HOMEM DO CAMPO.
Diz a Resposta:
Ilmo. Sr. Doutor Abílio José Tavares da Silva.
Ilmo.Sr.
Em resposta a circular n-129, 11 de novembro deste ano
cumpre declarar que procedendo as devidas indagações a pessoas soube que existe
neste termo , desde menor idade (13 anos). Francisco Ricardo Nobre , natural da
Inglaterra, o qual não tem sido considerado como britânico ( Ganhou
Nacionalidade Brasileira) , pois fora casado com brasileira da qual teve filhos
e tem sido qualificado votante ( Votar naquela época era atribuição dos nobres
, mas muito nobres).
Prevaleço-me desta ocasião para reiterar meus protestos de
estima e consideração.
Deus guardei a V.As.
Delegacia de Polícia de Ingazeira, cópia do dias 29 de
dezembro de 1862.
Laurindo de Vasconcelos Callaça Britto, Delegado.
O original encontra-se no livro de correspondência da
Delegacia da Ingazeira, no Arquivo Público de Pernambuco.
Este documento foi procurado por Yony Sampaio por 20 anos.
Ele comprova que a tradição oral espelha a verdade. Além disso, comprova que chegou menor de idade e que em
1862 já era viúvo.
Documentadamente aparece estabelecido na volta na primeira
metade do século XIX e deixa extensa descendência.
O Pajeú passou a ser colonizado apartir de 1667 quando os
Oliveira Ledo , vindos do São Francisco , sobem pelo Pajeú para a Borborema da
Campinas Grande , fundando o arraial dos Cariris Velhos.
As terras do Moxotó são de propriedade da Casa da Torre ,
mas , no alto Pajeú, aproximam-se as nascentes do Pajeú, do Moxotó e do Paraíba
, surgindo questões sobre propriedade dessas terras. Uma destas questões
envolve de um lado a Casa da Torre e do outro os Burgos, (As terras da ribeira
do Moxotó – em língua nativa: “rio de índios bravios” – foram inicialmente
concedidas em sesmaria ao ouvidor Cristóvão de Burgos e conferia: cerca de dez
léguas, cinco para cada lado do rio, inseridas entre os atuais municípios de
Sertânia e Iguaracy. A partir de 1658, porém, novas doações seriam realizadas
na região, desrespeitando a original).
Os Burgos como vimo eram possuidores de Sesmarias
Hereditárias no Moxotó. Dessa questão resultaram vendedores descendentes por
direito dos Burgos.
Esta concessões de terras em forma de Sesmarias na região
que formaria Garanhuns formam a sesmaria dos Burgos, com 30 léguas concedidas
em 22 de dezembro de 1671 a um grupo de pessoas liderada por Maria de Burgos e
que se limitava à sesmaria dos Aranhas, indo ao sul até Quebrangulo (AL) e até
à serra de Palmeira dos Índios (AL); a dos Vieira de Melo, 20 léguas concedidas
em 23 de dezembro de 1671 a um grupo liderado por Bernardo Vieira de Melo e que
tinham seus limites até as proximidades do atual município de Caruaru e, ao
sul, até o atual município de Quipapá; a do Moxotó, concedida em 17 de maio de
1688 e doada posteriormente à congregação religiosa de São Felipe Neri e que
tinha seus limites territoriais até o município de Sertânia.
Estas sesmarias começavam na Bahia e adentravam até
Pernambuco, visto que esta família recebeu direto de Hereditariedade em nas
duas capitanias Hereditárias.
Em 1790 Jacinto José Benevides e sua mulher D.Manuela Maria
de S. José Burgos Pacheco, moradores na Bahia , possuidores do Sítio Volta. “
Em virtude de uma Sesmaria demanda e qualificada pelo Supremo Tribunal da Caza
da suplicação , que a seu favor alcançou… contra a Casa da Torre da cidade da
Bahia. A venderam, a 14 de Maio de 1790 através de seu procurador tenente João
Marinho Falcão , por cento e cinquenta mil reis , a Francisco Barbosa da Silva
, considerado o fundador de Varas , João Evangelista da Silva, José Themotheo
da Silva Vasconcelos , Antônio de Amorim e Silva, e Gonçalo Francisco da Silva
, com escritura passada na própria fazenda volta. Assim em 1790 a Fazenda Volta
já estava e povoada.
O Capitão Francisco Barbosa da Silva iniciou a construção da
capela em 1818, segundo a memória , mas a mesma só foi concluída em 1837, com
patrocínio de N. Sra. Conceição , pela viúva, Leonor Francisca de Carvalho.
Um dos proprietários de 1790 era Antônio de Amorim e Silva.
Conforme tradução oral o inglês da Volta casou com uma filha de Joaquim Amorim.
Qual o parentesco de Joaquim de Amorim, e Antônio Amorim?
A filha de Joaquim nesta tradição chamava-se Teresa Amorim.
Vejamos um pouco o que existe sobre esses proprietários da
fazenda Volta.
O capitão Francisco Barbosa da Silva tem inventário procedido em 1834 , no qual
consta seu testamento.
Casado com D. Leonor Francisca de Vasconcelos , transcrevo
partes:
“ Testamento feito a 26/03/1832 nesta fazenda das Varas ,
lugar da minha residência…sou natural da freguesia de N. Sra. da Conceição vila
de Flores, filho legítimo de João Evangelista da Silva e Cipriana Barbosa da
Silva , sou casado com Leonor Francisca de Vasconcellos… de cujo matrimônio não
tive filhos e nem os tenho naturais ou ilegítimos…(nomeio) testamenteiros em
primeiro lugar minha mulher Leonor Francisca de Vasconcellos…(pede) para ser
sepultado na capela da fazenda de Varas…(E deixa vários legados).Deixo para
acabar a igreja da vila de Flores…Deixo as minhas seis (6) sobrinhas, filhas
filhas do meu falecido irmão José Themotheo de Vasconcelos 400$...Deixo a
outras sobrinhas minhas, filhas do
alferes Gonçalo Francisco da Silva… Deixo tpara Barbabé Vieira de Vasconcelos e
Jesuína Barboza da Silva , filhos de país incognitos, 200$...”
Neste Testamento são mencionados quatro dos cinco
compradores da Fazenda Volta, todos parentes. Há ainda , em 1894, um libelo
civil de D. Leonor Francisca de Vasconcellos , moradora no distrito de Varas
(já viúva) , contra Gonçalo Francisco da Silva (que como visto, era seu
cunhado).
Há documentos que comprovam também a presença de Antônio de
Amorim e Silva. Em processo de 1931 , Francisco Bernardo da Silva , casado com
Bárbara Maria dos Santos, herdeiros do finado Lourenço José Martins dos Santos,
consta a seguinte certidão.
“ A 01/07/1802 na Fazenda das Varas, freguesia de Cabrobó, o
Reverendo Francisco Barbosa Nogueira casa Francisco Bernardo de Amorim ,
natural da freguesia de Cabrobó, filho legítimo de Antônio de Amorim e Silva e
Filippa Maria de S. Tiago, com Barbara Maria dos Santos , natural desta
freguesia de Cabrobó, filha legítima de Lourenço José Martins dos Santos e Ana
Rita da Silva, dispensados de 2° grau de sanguinidade , sendo testemunhas
Firmino Antônio dos Santos e Antônio Pires da Silva, casados.”
Esta certidão fornece o nome da esposa de Antônio de Amorim
e Silva e mostra o casamento de um seu filho, Francisco Bernardo de Amorim em
1802. Pelas datas a esposa do inglês seria neta e não filha de Antônio Amorim e
Silva. De 1840 existe processo de dívida de Alexandre de Amorim Silva. Em 1853
, é testemunha Agostinho José de Siqueira Amorim Silva, branco casado, morador
na povoação de Varas, de 47 anos, agricultor. Barbara Maria dos Santos ,
mencionada no processo de 1831 tem inventário de 1856 , no qual são herdeiras
duas filhas , casadas respectivamente com Joaquim José de Amorim e Joaquim
d’Amorim e Silva. Aí está Joaquim d’Amorim e Silva , dado como pai de Teresa,
esposa do inglês da Volta.
O Padre Carlos Cottard, em suas Notas no Livro de Tombo de
Afogados, também refere-se aos Amorim.
“Joaquim Amorim criou a fazenda Curral Velho, hoje Volta.
Morava no lugar onde hoje está Manoel Vidal. Uma filha dele, Teresa, casou com
um inglês, dizem que o nome aproximativo Wrigt Janon, que tomou o nome de
Francisco Ricardo Nobre Cavalcanti”.
“Joaquim Amorim era português e morava [como dito antes] na
Volta então curral velho “.
“Francisco Barbosa zangou-se com os vizinhos do Riachão e
retirou-se para Riacho da Varas”.
“ O primeiro fazendeiro do Riacho das Varas, tinha o nome
Francisco Barbosa de Sobral. Era criador , neto de Joaquim Amorim, bem como
irmão de Antônio de Amorim, pai de Timóteo Amorim. A fazenda de Francisco
estava detrás da atual casa de José Vidal. Casou ele com D. Leonor, viúva,
vinda do Piauí, rica, com intenção de casar com o vaqueiro Agostinho, da casa
de Francisco, que a tinha trazido. Porém Agostinho cedeu-a benevolamente a
Francisco Barboza . Nada pode ser apurado da sua descendência”.
Juntando a rica descrição do Padre Cottard , com os
documentos encontrados, a ascendência fica esclarecida . Joaquim d’Amorim e
Silva foi casado com uma filha de Francisco Barbosa de Amorim e de Barbara
Maria dos Santos, sendo neto paterno de Antônio de Amorim e Silva e seus irmãos
são filhos do Joaquim Amorim , português e primeiro habitante da fazenda da
Volta.
A menção mais antiga sobre o inglês é de Ulisses Lins de
Albuquerque , em , “Um Sertanejo e o Sertão”, (1957):
“ Até um inglês ( embarcadiço que chegando no Recife, com 11
anos, internou-se pelo interior) surgiu no lugar Volta , de Afogados da
Ingazeira , e dali não voltou mais: ligou o seu destino ao de uma sertaneja ,
da família Siqueira Cavalcanti ( conforme uns me informaram, e, segundo outros
a uma descendente de Mameluco Amorim, que provinha dos índios da serra do
jabitacá). Seu nome era Richard Breitt ,
traduzido logo pela gente da terra como Ricardo Brito , e pelo que me
informaram, sua mãe era Holandesa.Deixou vasta prole no Pajeú , meus Compadres
Jovino e Antônio de Freitas Vidal eram seus netos , bem assim Arcelino de Brito
e muitos outros que conheci no povoado Ipojuca ( hoje Uruba), do município de
Pesqueira , pertencendo atualmente ao de Arcoverde “.
Ulisses Lins bebeu assim a informação diretamente de metros
do inglês (como Arcelino, embora Jovino já seja bisneto), mas essa versão
aparece bastante distorcida, como se verá.
A memória oral é transportada para as notas do poeta Joaquim
Rafael de Freitas, Quinca Rafael, que a ouvido de uma neta e de bisnetos, como
contou a Yony Sampaio.
“Conta-se que o Inglês da volta residia em Londres e que
desde criança estudava com um mestre muito rigoroso. Não duvidas que o ensino
da época era muito, como se diz hoje muito pesado.
“Richard Britt ou Wright Janon” , nomes em inglês atribuídos
ao Inglês da volta que adorou o nome de Francisco Ricardo Nobre Cavalcanti no
Brasil. Nasceu Provavelmente entre os anos de 1803 a 1804 em Holborn , uma
recém construída vila real para os descendentes reais, nobres que faziam parte
da Coroa da Inglaterra, e para os familiares dos Condes de Roslin, como era o
caso dos filhos de Sir. Naum St. Clair-Erskine.
Entre 1803 a 1814 ou 1815 que foi o período que o inglês da
Volta viveu na Inglaterra foram construídos as segundas estolas e Instituição
de ensino:
Royal Institution of Great Britain.
Royal Institution of
Great Britain (frequentemente Royal Institution , abreviada Ri ou RI ) é uma
organização para educação e pesquisa científica, sediada na cidade de
Westminster . Foi fundada em 1799 pelos principais cientistas britânicos da
época, incluindo Henry Cavendish e seu primeiro presidente, George Finch . Seus
princípios fundamentais eram difundir o conhecimento e facilitar a introdução
geral de invenções e melhorias mecânicas úteis, bem como aprimorar a aplicação
da ciência aos propósitos comuns da vida (inclusive por meio do ensino, cursos
de palestras filosóficas e experimentos).
Ciência aos
Propósitos Comuns da Vida".
A proposta de Rumford
levou a uma reunião em 7 de março de 1799 na casa de Joseph Banks , então
presidente da Royal Society , uma sociedade erudita semelhante, mas muito mais
antiga . Uma reunião de acompanhamento em 9 de março viu a primeira reunião dos
gerentes da Instituição. Em junho daquele ano, a sociedade elegeu George Finch,
9º Conde de Winchilsea como seu primeiro presidente, e em julho comprou o
edifício 21 Albemarle Street , Mayfair , que serviu como sua casa desde então.
As reformas começaram imediatamente no edifício para fornecer espaço apropriado
para reuniões, escritórios e laboratórios para a missão da Instituição.
O primeiro professor
e palestrante público em Filosofia Experimental, Mecânica e Química foi o Dr.
Thomas Garnett , que Rumford contratou do recém-fundado Instituto Andersoniano
em Glasgow em outubro de 1799.
O salão principal de
palestras de lados íngremes que se tornou a característica mais visível do
edifício, como a casa de suas palestras de Natal, foi concluído em 1800, o
mesmo ano em que a instituição recebeu sua carta régia de George III . O salão
de palestras foi colocado em uso imediatamente; a primeira palestra dada nele
foi por Garnett em março de 1800.
A outra instituição que o inglês da Fazenda Volta deve ter
estudado é uma instituição da sua própria família.
Vale apena relembrar que a Vila real de Holborn na
Inglaterra estava sendo construída assim como Brasília e tinha poucas casas e
uma poucas instituição todas dos parentes do inglês da fazenda volta.
A Instituição da sua família era British Institution .
Para entender porque a família Britt ou
British do inglês da volta montou uma instituição voltada para artes e como
esta família Escocesa nos finais do século XVIII e no início do século XIX se
consolida como investidora em artes se faz necessário estudar o movimento
artístico de na Escócia a partir de 1700.
David Hume e Adam Smith na Scottish
National Portrait Gallery
Na visão de Hugo Cerqueira, o cenário
escocês no período de transição entre a pré-modernidade e o mundo moderno
carregou suas particularidades. Na Escócia, segundo as análises kantianas, o
iluminismo trouxe características como a autonomia do sujeito, a preocupação
com o esclarecimento e a educação.Assim, o autor pontua que a Escócia não é
mera fragmentação do iluminismo inglês, não sendo prudente “desconsiderar a
presença de particularidades significativas, seja no que diz respeito às
origens do movimento, seja no que tange a seu significado, sua motivação e suas
características". Diferente de sua contraparte continental, a versão
escocesa do iluminismo não se opunha aos valores do cristianismo nem à
religiosidade como um todo.
Para alguns pensadores, como Hugh
Trevor-Hoper e John Robertson, as reflexões do esclarecimento escocês,
centradas em um grupo de intelectuais, estariam ligadas às temáticas
pertinentes à filosofia moral, à história, à economia política, afastando-se
das discussões sobre as ciências naturais e direcionando o pensamento para a
defesa do progresso social. Por outro lado, como nas visões de Nicholas
Phillipson, Roger Emerson e Paul Wood, a física, a química e a medicina também
teriam feito parte das discussões centrais de formação ilustrada da Escócia.
Mais do que isso, alertam para a importância das características, do método e
dos conceitos das ciências naturais para refletir sobre o comportamento social
humano.O caráter de florescimento intelectual escocês, em áreas como a
economia, a história, a filosofia moral, a geologia, a astronomia, a química, a
arquitetura e as artes acontece como uma reação à crise econômica e ao novo
quadro de dependência política com a Inglaterra. O esclarecimento surge para os
escoceses como parte de uma forma de superação do novo caráter sujeito do
Estado.
Além das reformulações curriculares
feitas nas universidades escocesas a partir da Revolução Gloriosa, no final do
setecentos passa a ser adotada uma postura educacional voltada a constituição
de valores sociais julgados como mais benéficos à formação humana. E nesse
sentido, “a rejeição dos padrões e modelos adotados pelo aristotelismo e pela
escolástica abriu espaço para uma nova compreensão do papel e do sentido da
busca do conhecimento”.
intelectuais associados ao Iluminismo Escocês
foram, entre outros: Francis Hutcheson, David Hume, Adam Smith, Thomas Reid,
Robert Burns, Adam Ferguson, e James Hutton.
Num período em que a Escócia se tornara
um dos países mais alfabetizados da Europa. Surgem diversos pintores
importantes - embora amiúde atraídos para Londres - e se formam em Glasgow e
Edimburgo centros de cultivo consistente de pintura. No século XIX as condições
sociais e culturais já possibilitavam a fundação de uma influente academia de
arte e aparecem escolas locais de influência e com caráter próprio. No século
XX a Escócia confirma sua segunda posição no ambiente cultural britânico, com
muitas escolas de arte, museus importantes e inúmeros pintores praticantes.
Quanto à Inglaterra, sua história será
abordada com mais detalhe ao longo deste estudo.
Os mais antigos testemunhos de uma
prática de pintura nas ilhas britânicas datam do século VII. Estes exemplos
primitivos são encontrados, contudo, apenas em manuscritos, tratando-se das
célebres iluminuras do cristianismo celta.Ao longo da Idade Média, Renascimento
e Barroco a maior parte dos pintores ativos na região são estrangeiros, e por
isso em parte se justifica a afirmativa dos que consideram a pintura no Reino
Unido como tendo nascido apenas no século XVIII, quando se formou importante
escola de mestres locais. Desde lá esta forma de arte no Reino desenvolveu-se
em pé de igualdade com o que ocorria no restante da Europa e deu valiosas
contribuições próprias à pintura do ocidente, onde hoje é uma das referências
mais importantes.
British Institution , com o nome da sua família.
"British Institute" redireciona
para cá, para o instituto de pesquisa na Jordânia, veja British Institute in
Amman .
A British Institution (na íntegra,
British Institution for Promoting the Fine Arts in the United Kingdom ; fundada
em 1805, vem da necessidades de artista e intelectuais escoceses de se
restruturar na nova organização que os Condes SantClair , e os Reis da família
Smith tinham de consolidar a cidade modelo Londres com Excelentes Artistas e
Maçons de autos Graus da Arquitetura iluminista Escocesa A British Institution
foi dissolvida em 1867) foi uma sociedade privada do século XIX em Londres ,
formada para exibir as obras de artistas vivos e mortos; também era conhecida
como Pall Mall Picture Galleries ou British Gallery . Ao contrário da Royal
Academy , admitia apenas conhecedores, dominados pela nobreza, em vez de
artistas praticantes, como membros, o que, juntamente com seu gosto
conservador, levou a tensões com os artistas britânicos que pretendia encorajar
e apoiar. Em sua galeria em Pall Mall, a Instituição realizou as primeiras
exposições temporárias regulares do mundo de pinturas de Velhos Mestres, que se alternavam com exposições de venda do
trabalho de artistas vivos; ambas rapidamente se estabeleceram como partes
populares do calendário social e artístico de Londres. A partir de 1807,
prêmios foram dados a artistas e fundos excedentes foram usados para comprar
pinturas para a nação. Embora continuasse a atrair membros e visitantes, em
1867, quando o arrendamento de suas instalações expirou, em vez de renová-lo, a
sociedade encerrou seus negócios.
A British Institution foi fundada em
junho de 1805 por um grupo de assinantes privados que se reuniam na Thatched
House Tavern em Londres. Um comitê foi formado e, em setembro daquele ano,
comprou o arrendamento do antigo edifício da Boydell Shakespeare Gallery em 52
Pall Mall , com 62 anos restantes, por um prêmio de £ 4.500 e um aluguel anual
de £ 125. A British Institution foi inaugurada no local do Pall Mall em 18 de
janeiro de 1806.
Os "Governadores Hereditários"
fundadores incluíam Sir George Beaumont, 7º Baronete e Charles Long, 1º Barão
Farnborough , ambos os quais empregaram os serviços do principal negociante e
limpador de quadros William Seguier , e provavelmente foram responsáveis por
sua nomeação como "Superintendente". Seguier mais tarde se tornou
Surveyor of the King's Pictures e quando a National Gallery, Londres foi
fundada em 1824, foi nomeado o primeiro Keeper, ocupando todas as três posições
até sua morte em 1843, além de continuar a administrar seus negócios. Acima de
Seguier, a Instituição tinha um Keeper, uma função dada a uma série de
gravadores. O Superintendente era responsável por organizar e pendurar as
exposições, uma função que inevitavelmente dava origem a resmungos e pior dos
artistas - na Royal Academy, um comitê era responsável pelo enforcamento, o que
permitia que outra pessoa fosse culpada, mas Seguier não teve essa oportunidade
de compartilhar a culpa. Em 1833, John Constable escreveu com grande ironia sobre
ter recebido uma visita em seu estúdio de "um homem muito maior que o Rei
— o Duque de Bedford — Lord Westminster — Lord Egremont , ou o Presidente da
Royal Academy — "MR SEGUIER"." Quando em 1832 duas pinturas de
Richard Parkes Bonington , que estava morto há apenas quatro anos, foram
incluídas em uma exposição de "Velhos Mestres", Constable (que era
vinte e seis anos mais velho que Bonington) escreveu que Seguier estava
"se comportando como uma farsa".
Outros governadores fundadores incluíram
George Legge, 3º conde de Dartmouth como presidente, o marquês de Stafford ,
Sir Francis Baring, 1º baronete , William Holwell Carr , John Julius Angerstein
, Sir Abraham Hume, 2º baronete , Sir Thomas Bernard, 3º baronete e outros.
Eles eram essencialmente o mesmo grupo que conseguiu persuadir o governo a
fundar a National Gallery em 1824, e cujas doações a ela forneceram a maior
parte da coleção inicial. Havia um grupo total de 125 governadores, diretores e
assinantes, pagando somas entre 100 guinéus (56 deles, 35 a 50g., 11 a 10g.)
até um guinéu anualmente. Em 1805, os assinantes iniciais consistiam em
"Um duque, cinco marqueses, quatorze condes, dois viscondes, nove lordes,
dois bispos, quatro damas, sete baronetes, vinte e dois membros do parlamento,
cinco clérigos e mais de cinquenta cavalheiros particulares, banqueiros e
comerciantes". A Instituição havia
sido discutida com a Royal Academy antes de ser estabelecida, e as relações
eram amigáveis, pelo menos inicialmente, embora mais tarde houvesse tensões. O
Príncipe Regente foi Patrono desde a fundação, e os empréstimos da Royal
Collection continuaram durante toda a vida da Instituição. Em 1822, a natureza
hereditária dos Governadores foi amenizada, pois eles estavam se tornando muito
numerosos, e a extremidade inferior da Assinatura se estreitou.
O edifício da galeria foi encomendado em
1788 pelo gravador e editor de impressão John Boydell como um showroom para sua
Boydell Shakespeare Gallery , um projeto grande e financeiramente malsucedido
para uma série de pinturas e gravuras de cenas de obras de William Shakespeare
. O arquiteto era George Dance, o Jovem , o então escrivão das obras da cidade.
A galeria tinha uma fachada monumental, neoclássica , construída em pedra, e
três salas de exposição no primeiro andar, com um total de mais de 4.000 pés quadrados
(370 m 2 ) de espaço de parede para exibição de fotos. Boydell contraiu grandes
dívidas na produção de suas gravuras de Shakespeare e obteve um Ato do
Parlamento em 1804 para dispor da galeria e de outras propriedades por loteria
. O principal vencedor do prêmio, William Tassie , um modelador e fabricante de
réplicas de joias gravadas , vendeu a propriedade e o conteúdo da galeria em
leilão. Quando a Instituição Britânica tomou posse, eles também mantiveram um
grupo escultórico na fachada de Thomas Banks , que deveria ser usado como um
monumento no túmulo de Boydell.
Colapso do Conde de Chatham na Câmara dos
Lordes, 7 de julho de 1778, por John Singleton Copley ; exibido na primeira
exposição, embora com mais de 20 anos.
O preço de admissão permaneceu em um
xelim durante toda a vida da Instituição. Houve algumas aberturas privadas à
noite, para membros e (separadamente) expositores, sendo estas divididas em
duas pela divisão do alfabeto. O número de obras modernas exibidas cresceu em
poucos anos para mais de 500. A primeira exposição continha 257 obras
(incluindo esculturas e alguns esmaltes e miniaturas) com uma boa seleção dos
principais artistas britânicos, incluindo (selecionando em suas reputações
modernas em vez de contemporâneas) dois Turners, duas pinturas de Stubbs e
cinco esmaltes, quatorze Benjamin Wests , quatro Paul Sandby's, dois de Thomas
Lawrence, uma enorme pintura histórica, três Copleys incluindo sua Morte de
Chatham , quatro James Wards, bem como 24 fotos das Mil e Uma Noites de Robert
Smirke, que se voltaria contra a Instituição.
Em poucos anos, o número de obras atingiu
regularmente mais de 500, e muitas tiveram que ser rejeitadas. As receitas de
1806 para as entradas de xelins foram de £ 534 e 4s, o que implica 10.684
visitantes pagantes acima dos membros e seus convidados. Em 1810, a Instituição anunciou que em seus
primeiros quatro anos um total de 424 obras foram vendidas, arrecadando £
20.900 para os artistas (a Instituição não recebeu nenhuma parte das vendas);
em 1826, esse valor acumulado era de mais de £ 75.000. Em 1814, o Imperador da Rússia e o Rei da
Prússia estavam entre os visitantes, aparentemente sem comprar.
A Instituição encomendou ou comprou uma
série de pinturas que foram apresentadas à National Gallery e a algumas outras
instituições. Em 1826, eles apresentaram a Visão de São Jerônimo ou Madonna e o
Menino com Santos de Parmigianino (comprada em 1823 por £ 3.302), a Consagração
de São Nicolau de Paolo Veronese (comprada em 1811 por £ 1.575), e em 1830 o
Market Cart de Thomas Gainsborough (bt 1829, Lord Gwydir's Sale, 1050 gn) e uma
Sagrada Família de Reynolds (mesmo, 1950 gn.). As obras modernas incluem Cristo
curando os enfermos no templo de Benjamin West , pelo qual foi pago o altíssimo
preço de 3.000 guinéus, embora isso tenha sido mais do que recuperado pelas
vendas de uma gravura encomendada pela Instituição.
Foi doado à National Gallery, mas
posteriormente transferido junto com sua coleção britânica para o que hoje é a
Tate Britain .
Em 1814, Maria ungindo os pés de Cristo,
de William Hilton, foi comprada por 550 gn. e doada a uma igreja na cidade. e
no ano seguinte 1.000 gn foram reservados para prêmios por esboços a óleo de
temas mostrando "os sucessos do exército britânico na Espanha, Portugal ou
França", produzindo muitas inscrições no ano seguinte, pelas quais dois
prêmios de 150 gn. foram concedidos, e James Ward encomendou por 1.000 gn para
fazer uma versão em tamanho real de sua Alegoria de Waterloo . Outra obra de Waterloo foi doada ao Royal
Hospital, Chelsea . [ Outras pinturas
religiosas foram compradas para igrejas de Londres, e um novo concurso foi
anunciado para duas obras sobre as vitórias de Nelson a serem doadas ao
Greenwich Hospital . Em 1826, a Instituição anunciou que quase £ 5.000 em
prêmios e mais de £ 14.000 em compras haviam sido gastos até o momento, mas a
partir da década de 1830 o número e o tamanho dos prêmios diminuem e os últimos
prêmios foram em 1842, após o que somas como £ 50 foram doadas a instituições de
caridade de artistas, e nos anos posteriores nenhuma doação é registrada. Em
1850, a Instituição registrou um total de £ 28.515 em compras, prêmios e
doações desde 1806. Na década de 1850, a
prosperidade geral do mercado de pinturas contemporâneas havia aumentado
enormemente.
As exposições dos Velhos Mestres eram
principalmente empréstimos dos membros. A primeira foi em 1813, consistindo
inteiramente de 143 obras de Sir Joshua Reynolds , e no ano seguinte foram
mostradas 53 William Hogarths, 73 Gainsboroughs, 85 Richard Wilsons e 12 de
Zoffany.
Em 1815, pela primeira vez, a Instituição
mostrou arte estrangeira – holandesa e flamenga – e incomodou muitos artistas
britânicos com um prefácio ao catálogo, sugerindo de uma maneira um tanto
condescendente que os artistas britânicos tinham muito a aprender com eles.
Robert Smirke é geralmente aceito como o autor anônimo de uma série de "
Catálogos Raisonnés " satíricos publicados em 1815-16, que satirizavam
selvagemente os Diretores, os grandes e bons do mecenato da arte britânica.
William Hazlitt voltou a participar com um longo pedaço de sarcasmo trabalhado
em defesa da Instituição. Nessa época, os Velhos Mestres eram exibidos no
inverno e os artistas vivos no verão.
Em 1816, obras italianas e espanholas
foram exibidas, incluindo dois dos Cartuns de Rafael e várias obras importantes
da Coleção Orleans ; a maioria do consórcio que a dividiu eram diretores da
instituição.
As escolas estrangeiras rodaram até 1825,
quando apenas obras emprestadas selecionadas de artistas britânicos vivos foram
exibidas, e pelos dois anos seguintes apenas obras da Coleção Real,
essencialmente as novas coleções do Príncipe Regente, agora Rei George IV. Em
1830, todas as 91 obras eram do recentemente falecido Sir Thomas Lawrence ,
incluindo todas as pinturas da Galeria Waterloo no Castelo de Windsor ; suas
sobrinhas receberam £ 3.000 em vendas de ingressos.
Alegoria da Fortuna de Salvator Rosa ,
exibida em 1859, quando era propriedade do Duque de Beaufort . Aparentemente,
nunca foi exibida na Inglaterra até 2010, quando pertencia ao Museu Getty .
In 1838 the living French artist Paul
Delaroche was treated as an Old Master to allow exhibition of two of his large
works on British history including Charles I Insulted by Cromwell's Soldiers.
In 1848 the designation was extended in the other direction with a group of
early masters including Giotto and Jan van Eyck (attributions that perhaps
would not be maintained today). This was still somewhat bold for the time. The
1851 show, coinciding with vast numbers of tourists flocking to the Great
Exhibition, had 120 pictures from 47 collections, intended to show the cream of
British collections. The selection gives an interesting view of taste at the
mid-century.
Later, by 1832 as reported by Passavant,
the Institution's routine was to hold a spring exhibition of paintings by
contemporary artists, available for purchase, followed by a summer exhibition
of old masters. By the time of an 1835 visit by Thomas Carlyle, the gallery had
become known colloquially as the Pall Mall Picture Galleries or the British
Gallery, and was still among the popular society haunts.
The Times called it "the favourite
lounge of the nobility and gentry", and artists grumbled that it imposed
aristocratic tastes on the viewing public..Tourist guides in the 1840s reported
that the spring exhibition ran from the start of February to the first week of
May, closing a week after the Royal Academy exhibition opened, and the old
masters exhibition from the first week of June to the end of August, with some
works remaining in the galleries for a month or more for artists to copy.
"Here are two exhibitions in the
course of every year – one of living artists, in the Spring, and one of old
masters, in the Summer. The latter exhibition is one of the most interesting
sights of the London season to the lovers of the Fine Arts. Admission, 1s.
Observe – Bas-relief of Shakespeare, between Poetry and Painting, on the front
of the building, (cost 500 guineas), and a Mourning Achilles, in the hall of
the Institution – both by Thomas Banks, R.A." from Peter Cunningham,
Hand-Book of London, 1850.
Em 1850, a Rainha era a Padroeira, e os
Diretores uma nova geração de Duques, Marqueses e Condes, com alguns banqueiros
(Hope e Baring) e o sempre presente Samuel Rogers . Apesar do estado aparentemente florescente da
Instituição, quando o prazo do arrendamento de 1805 expirou em 1867, ela foi
dissolvida; de acordo com o The Art Journal, as exposições modernas estavam
perdendo popularidade, mas não os Antigos Mestres. Mesmo assim, eles relataram
que 150 pinturas foram vendidas da exposição moderna em 1865 e 147 em 1864. Uma
chance de comprar a propriedade plena em 1846 por £ 10.000 foi perdida, e teria
custado £ 25.000 na década de 1860. Os
fundos restantes foram usados para estabelecer bolsas de estudo para artistas,
e a Royal Academy assumiu a realização de exposições de empréstimo de Antigos
Mestres. Quando o edifício da galeria foi demolido entre 1868 e 1869, a
escultura de Banks da fachada do edifício foi movida para Stratford-upon-Avon e
reerguida no New Place Garden.
Continuando a nossa pesquisa sobre o
Inglês da Volta que no vale do Pajeú e segundo os restos orais dos seus
descendentes.
Um dia o garoto Robert Britt ou Wright
Janon mas tarde nosso pesquisado Francisco Ricardo Nobre Cavalcanti , se rebela
com um castigo que lhe ia ser aplicado devido a uma travessura em um dos
educandário a cima mencionados e joga um tinteiro na cara do seu mestre. Após
esta atitude de jovem entrando na adolescência entra em um navio que se achava
de um tio, viajando por mais de um dia sem que ninguém o soubesse.
Para o tio foi uma grande preocupação
descobri-lo e saber que ia submeter-lo , a uma perigosa aventura.
[Bastante interessante a chegada de um jovem
inglês a Pernambuco adolescente, filho de nobres descendentes da família
SantCly, no início do tratado de livre comércio entre Portugal e Inglaterra, os
filhos de nobres são educados desde criança a assumir os negócios do pai desde
criança , os Reis assumiam a coroa com 11 anos como foi o caso de D.Pedro II.]
Depois de atravessar o oceano ancorou no
Recife , e o deixou neste porto, aos cuidados de um amigo seu; que por sinal era suíço. [ Porque os
pais do inglês da volta não vinheram a sua procura, em uma nova viagem com o
tio que o trouxe?]
Naquela época os casamentos eram
arranjados com os noivos ainda crianças na nobreza européia , também naquela
época em Pernambuco se disputava o sangue azul dos Britto e Cavalcanti que aqui
chegavam . Pensando em Casar uma das suas filhas com o menino filho de Nobres
SantCly da Inglaterra com suas filhas, e sabendo o dia em que regressava o tio
de Ricardo como ficou conhecido o menino branco inglês , o suíço procurou
escondê-lo.
O tio que mas uma vez não vei acompanhado
dos pais do jovem adolescente inglês com a responsabilidade da nau , resolveu
deixá-lo novamente, aumentando ainda mais a esperança do suíço em casar uma de
suas filhas com o jovem Ricardo Britto, filhó de parentes da alta nobreza da
Inglaterra , parente dos Condes dos Roslin e de Sir. Jaime St. Clair-Erskine ,
tendo familiares que construíram escolas de auto padrão para a nobreza da
Inglaterra. E tendo um tio de auta patente na marinha Inglesa.
Viaja o suíço em companhia do jovem
adolescente Inglês para o alto sertão.
Depois de percorrer vários pontos do
interior, pernoitou certa vez na casa de Joaquim Amorim, na Fazenda Volta, de
quem era amigo particular. Ricardo que naquela época contava seus 14 anos.
Vendo a fartura de gado, leite, queijo e para completar uma cabocla bonita como
sempre eram as filhas dos fazendeiros, ficou dominado por estes encantos.
De regresso para a capital em companhia
de seu protetor, mais ou menos um dia de viagem, foge pela segunda vez e chega
a dita Fazenda da Volta, onde é bem acolhido. Como tinha simpatizado com a
cabocla, com pouco tempo se casa.
Segundo a tradição oral familiar, depois
de muitos anos foi convidado a regressar a sua terra natal, para receber grande
fortuna, de herança que lhe pertencia. Segundo a estória por amor a família e
renunciou tudo. Chegando a ir até o porto da capital, mas lembrando dos filhos,
foi tirando os troços de volta do navio já na hora da partida.[ Se ele não
recebeu a herança bilionária que tinha direito de onde vem o poder financeiro
dos seus filhos e o poder financeiro e político dos seus descendentes na atualidade
, ele pode até não ter ido , mas por meio de procuradores recebeu a herança
sim.]
Tudo faz crê que quando o inglês chegou
aqui já era Varas desmembrada da Volta. Pelos cálculos de Yone Sampaio a
chegada do inglês nesta terra ocorre no começo do século XIX.
Vários pontos da narrativa são repetidos
por seus descendentes, o incidente do tinteiro e a fuga de navio, viagem do
Recife para o Sertão, o casamento com uma Amorim.
Foi informado a Yony Sampaio e a Geraldo
Tenorio Aoun que o Inglês, possuía cartas trocadas com a família na Inglaterra
e vários livros em inglês, com seu autógrafos.
[ O que denota que recebia livros da
Inglaterra, e que não estava tão escondido assim, e não havia rompido laços com
a família. Talvez até contribuindo com os negócios da família tanto na
Inglaterra , como na Itália , já que adotou o sobrenome Cavalcanti no Brasil
com certeza tinha descendência SantClay Italiana como veremos mais à frente.]
As cartas e livros e demais documentos
estariam com um de seus descendentes, no Recife. As tentativas de Yone Sampaio
de descobri estes documentos foram infrutíferas.
Luiz Wilson, em (Minha Cidade, minha
saudade,1983. Reelabora essa versão oral.
“ Na primeira metade do século passado,
na Inglaterra, um garoto, filho de um inglês e uma holandesa, jogou um tinteiro
no rosto de um professor.
Castigado ou temeroso de que o
castigassem severamente, embarcou em um navio que vinha para o Brasil, do qual
o comandante era seu tio e ja o descobriu a bordo, muito longe em alto mar .
Aqui para não voltar para casa, fugiu
mais uma vez e conta-se que alguns anos depois, no lugar de nome Volta, nas
Varas, hoje município de Afogados da Ingazeira, no sertão do Estado, “casou com
uma descendente de Mameluco Amorim, que provinha das serras de Jabitacá’.
A família o diz que, no entanto é que
Richard Britt, ou Richard Noble ( este último nome parecendo o exato), que aqui
chegara aos 13 ou 14 anos de idade e passou a ser chamado de Ricardo Nobre,
casou com Dona Teresa de Jesus Amorim, filha de Manoel Cavalcanti, de Jaboatão,
onde vez por outra aparência a passeio.
Além das claras citações de Ulisses,
nota-se que a fonte oral provém das mesmas origens.
Mas há três fatos novos: os nomes Ricardo
Nobre e Richard Noble, e o da esposa Teresa de Jesus Amorim.
Acento a possibilidade do nome Richard
Noble a partir do Nobre e da nota de Orlando Cavalcanti, amigo de Luiz Wilson.
Esta a Nota: no dia 22 de Novembro de
1846, na matriz de Boa Vista,”... assisti ao matrimônio dos contraentes João
Noble, filho legítimo de Richard Noble e Maria Nobre, natural de Holborn Hill,
perto de Ulvertone, na Inglaterra, com Margarida Nanmee, filha legítima de
Roberto MC Nanmee e de Sara Hastry, e natural de Rathkelly, condado de Tyrone,
na Irlanda, guardando em tudo testemunhas presentes Francisco Xavier Martins
Bastos e João Carrol e do…Padre João Domingos Benillo, da Religião dos
Pregadores” .
[A religião dos pregadores é a Ordem dos
Pregadores, também conhecida como Ordem Dominicana. Foi fundada por São
Domingos de Gusmão em 1216.
Características
A Ordem dos Pregadores é uma família
religiosa da Igreja Católica
Os membros da Ordem dos Pregadores
professam os votos de pobreza, castidade e obediência
O objetivo da Ordem é a pregação do
Evangelho e a conversão ao cristianismo
Os membros da Ordem são dedicados à
oração, ao estudo e ao ensino
Terceira Ordem Dominicana
A Terceira Ordem Dominicana é uma
associação de leigos e leigas católicos que desejam seguir o exemplo de São
Domingos de Gusmão
Pregador Apostólico
O Pregador Apostólico é um clérigo da
Cúria Romana que fornece meditação ao Papa e a outros altos funcionários da
Igreja Católica.]
ESTE INGLÊS CASA EM DATA MUITO POSTERIOR
A CHEGADA DO INGLÊS DA VOLTA, MAS É INTERESSANTE A COINCIDÊNCIA DOS NOMES.
No livro de Tombo da freguesia de
Afogados, nota escrita por volta de 1911, pelo padre Gottard, diz que o inglês
chamava-se Wright Janon, e tomando o nome de Francisco Ricardo Nobre
Cavalcanti. Diz o padre que os informantes eram netos do Inglês. O nome em
português do inglês, comprovado em vários documentos, é de fato Francisco
Ricardo Nobre, mas a menção do nome Wright Janon , é muito interessante pois
não tem nenhuma corresponsabilidade com o nome que adotou .
Apartir daqui eu Maxuel Rodrigues de
Moraes encontro o Inglês da volta e começo a encontrar respostas para as minhas
pergunta e começo a responder.
Nome no inglês da volta (FRANCISCO RICARDO NOBRE CAVALCANTI seu nome na Inglaterra:JANON WRIGHT . Ele nasceu no ano de
1790.
Chegou no Brasil, no ano de 1803.
Nome do Tio do Inglês da volta que o
trouxe para o Brasil: JOHN WESLEY
WRIGHT: ( 14 de junho de 1769 – 27/28 de novembro de 1805) foi um
comandante e capitão da Marinha Real.
Respostas as minhas perguntas.
Porque o tio não veio buscar?
1-O tio morreu um ano depois de ter
deixado o jovem inglês no Brasil.
2-O jovem inglês da Volta jogou o
tinteiro no professor?
Sim provavelmente, mas ele não só veio
por isso, ele estava no Brasil
principalmente em Pernambuco para gerir os negócios da sua família no
Brasil e para cuidar dos interesses da Inglaterra.
Foto de John Wesley Wright
John Wesley Wright ( 14 de junho de 1769
– 27/28 de novembro de 1805) foi um comandante e capitão da Marinha Real.
John Wesley Wright
Nascer
14 de junho de 1769
Cork, Irlanda
Morreu
27/28 de novembro de 1805
Marinha
Reino Unido
Anos de serviço
1781–1805
Classificação:Comandante
Vida pregressa
De uma família de Lancashire, ele nasceu
em Cork, Irlanda, em 14 de junho de 1769, filho de James Wright. Ainda muito
jovem, ele foi com seu pai e a família para Minorca, onde aprendeu música e
francês, em ambos os quais se destacou. Pode-se presumir que ele também
aprendeu espanhol.
Início de carreira
No início de 1781, ele foi embarcado no
Brilliant com (Sir) Roger Curtis , e ficou pelos próximos dois anos em
Gibraltar durante o cerco. Em 1783, quando o Brilliant foi pago, Wright foi
enviado para uma escola em Wandsworth, onde permaneceu por dois anos. Ele então
foi empregado por algum tempo no escritório de um comerciante na cidade e,
aparentemente em 1788, foi enviado 'em uma comissão importante' para São
Petersburgo. Ele permaneceu na Rússia pelos próximos cinco anos, visitando
Moscou e outros lugares, e adquirindo um conhecimento profundo da língua russa.
Carreira naval
Ele foi apresentado a Sir Sidney Smith e,
a seu pedido, juntou-se ao Diamond na primavera de 1794 com a classificação de
aspirante, e aparentemente cumprindo o dever como escrivão do capitão para
Smith, Wright parece ter se descrito como "o secretário de seu
amigo". Depois de quase dois anos na costa da França, ele estava com Smith
na noite de 18/19 de abril de 1796, quando ambos foram feitos prisioneiros.
Suas relações confidenciais com Smith garantiram-lhe as atenções particulares
do governo francês; ele foi enviado com Smith para Paris, foi confinado no
Templo como um prisioneiro próximo, foi repetidamente examinado quanto aos
desígnios de Smith e finalmente efetuou sua fuga com Smith em maio de 1798. Ele
então se juntou ao Tigre , aparentemente como tenente interino, pois sua
comissão não foi confirmada até 29 de março de 1800. Ele continuou com Smith
durante toda a comissão em Acre e na costa do Egito até ser promovido, em 7 de
maio de 1802, ao saveiro Cynthia , que ele levou para a Inglaterra.
Recaptura e morte
Com a retomada da guerra, ele foi nomeado
para o brigue Vincejo , no qual, durante o ano seguinte, foi empregado na costa
da França. Na manhã de 8 de maio de 1804, ele foi levado pelo estresse do clima
para a Baía de Quiberon e estava na foz do Vilaine , quando o vento morreu.
Cerca de dezessete canhoneiras saíram do rio e cercaram o brigue, que a
calmaria tornou quase indefeso contra tais probabilidades; depois de ser
bombardeado por duas horas, o brigue foi obrigado a se render. Wright foi
enviado para Paris e novamente confinado como um prisioneiro próximo no Templo.
Ele foi submetido a repetidos exames para saber se não havia desembarcado na
França alguns agentes monarquistas: Georges , Pichegru , Rivière e outros foram
nomeados. Wright se recusou a responder aos interrogatórios; e a essa recusa
ele aderiu, apesar de muitas ameaças de maus-tratos. Depois de ficar detido por
quase dezoito meses, foi anunciado que ele havia cometido suicídio na noite de
27/28 de outubro de 1805. Foi imediatamente dito na Inglaterra que se ele
estava morto, ele havia sido assassinado; e, de fato, as autoridades
acreditaram tão pouco nisso que seu nome não foi removido da lista da Marinha
até o outono de 1807.
Investigação
Após a Restauração, Sir Sidney Smith e
outros fizeram investigações não oficiais em Paris que alegaram provar que ele
foi assassinado. De acordo com as evidências coletadas por Smith, o corpo foi
encontrado na cama com o lençol puxado até o queixo, a navalha — com a qual a
garganta havia sido cortada até o osso — fechada e a mão que a segurava
pressionando a coxa. Havia um pouco de sangue no quarto, mas nenhum no lençol.
Grande peso foi atribuído a esta e outras histórias, mas seu valor probatório
não é claro.
Também foi notado que suas cartas eram de
bom e determinado espírito, e nenhuma causa para grande depressão foi
demonstrada. Um suposto fator — a notícia da rendição de Mack em Ulm — é
considerado absurdo por alguns, especialmente para um oficial naval que também
tinha notícias de Trafalgar. Por outro lado, é difícil ver o que Bonaparte
tinha a ganhar ao assassinar Wright. Em Santa Helena, ele desdenhou da ideia e
disse que, se tivesse interferido, teria sido para ordenar que Wright fosse
julgado como espião e fuzilado, embora nada nas leis aceitas da guerra
condenasse um oficial como espião por desembarcar homens que pudessem ser
questionáveis ao governo inimigo. Na ausência total de evidências confiáveis
e na falta de motivo para assassinato ou suicídio, pode-se sugerir que Wright
morreu de causas naturais — uma afecção do coração, por exemplo — e que o
governo francês se vingou maldosamente do homem que lhes dera muitos problemas
ao alegar suicídio.
Capitão John Wesley Wright RN – “Um aventureiro muito
astuto e perigoso.”
Com era o tio John Wesley Wright do
Inglês da volta.
Os Planos ousados, e astutos do Capitão
John Wesley Wright.
Espionagem e Soldados na Era de
Wellington e Napoleão
“Um aventureiro muito astuto e perigoso.”
John-wesley-wright_(1769–1805)Na manhã de
28 de outubro de 1805, um carcereiro chamado Savard chegou para trabalhar na
prisão do Templo em Paris. As notícias da derrota francesa e espanhola em
Trafalgar ainda não tinham chegado à capital, mas os jornais estavam cheios da
vitória de Napoleão contra os austríacos em Ulm. Savard fez sua ronda e foi
verificar um dos prisioneiros mais importantes do Templo. Ele abriu a porta da
cela e entrou. Na luz fraca de uma manhã de outono, ele teria visto uma flauta
sobre uma mesa, uma prateleira cheia de livros e um uniforme naval britânico
pendurado sobre uma cadeira. O ocupante da cela não o cumprimentou. Ele olhou
mais de perto para a forma deitada na cama e viu que os olhos do inglês estavam
abertos, com o lençol bem alto contra o queixo. Talvez tenha sido a quietude do
peito do prisioneiro ou um cheiro de algo no ar que fez Savard puxar o lençol
para baixo.
A garganta do inglês havia sido
profundamente cortada da direita para a esquerda. A mão direita do prisioneiro
segurava uma navalha fechada. Savard comentou mais tarde que não havia muito
sangue nos lençóis, mas havia um rastro dele no chão. Ele correu para contar
aos seus superiores que o capitão John Wesley Wright da Marinha Real estava
morto.
Início de carreira
Wright começou a carreira que acabaria
levando à sua morte, ainda jovem. Ele veio de uma família de Lancaster, mas
cresceu em Minorca, onde seu pai era comerciante. Em 1780, com apenas dez anos,
ele foi nominalmente comissionado como alferes em um regimento de infantaria,
mas rapidamente transferido para a Marinha Real como voluntário — uma espécie
de oficial em treinamento. Ele participou da defesa de Gibraltar durante o
grande cerco, mas logo foi enviado para completar seus estudos na Inglaterra.
Quando adolescente, ele trabalhou para um comerciante de Londres e viveu em São
Petersburgo por cinco anos, onde descobriu que tinha aptidão para línguas.
Retornando a Londres, ele conheceu Sir
Sydney Smith, que havia passado um tempo no Báltico. Smith rivalizava com
Nelson em excentricidade, ego e aventuras amorosas, mas sua carreira naval era
muito diferente. As conexões e talentos de Smith estavam no mundo clandestino
de monarquistas, ataques, espiões e conspirações. Ele reconheceu que Wright
tinha talentos que ele poderia usar e lhe ofereceu o posto de seu secretário em
seu navio HMS Diamond. Wright seria classificado como aspirante até que pudesse
passar no exame de tenente. Seu trabalho seria fazer a ligação com monarquistas
e agentes confidenciais na França.
Em 19 de abril de 1796, Smith e Wright
faziam parte de uma expedição de corte para capturar um corsário francês em Le
Harve. Eles conseguiram tomar o navio, mas o cabo da âncora foi cortado e o
navio foi levado para a foz do Sena. Eles foram rapidamente cercados por
canhoneiras e forçados a se render.
Os franceses ficaram em êxtase. Smith
tinha sido responsável por atear fogo na frota francesa durante o cerco de
Toulon e era conhecido por estar envolvido com a miríade de conspirações contra
o Diretório que governava a França. Em vez de serem trocados, como a maioria
dos prisioneiros de guerra, Smith, Wright e um monarquista se passando por
servo de Smith foram enviados para a prisão de L'Abbaye em Paris. Eles logo
foram transferidos para a notória prisão de Temple, mas seus contatos entre os
contra-revolucionários eram tais que eles rapidamente estabeleceram
comunicações clandestinas com apoiadores do lado de fora.
Por quase dois anos, esforços
diplomáticos foram feitos para libertar Smith e os outros. Quando falharam,
ações mais diretas foram tomadas. Um túnel foi cavado de uma casa do outro lado
da rua, mas quase foi descoberto e depois abandonado. Então, uma manhã de abril
de 1798, dois oficiais do Exército Francês chegaram aos portões da prisão com
ordens para que os prisioneiros fossem transferidos. O governador examinou os
papéis e eles pareciam estar em ordem. Ele se ofereceu para fornecer uma guarda
armada, mas Smith concordou solenemente em acompanhar os oficiais. Todos eles
saíram para uma carruagem que os esperava, e só então Smith e Wright
reconheceram alguns dos homens ao redor deles como monarquistas. Eles estavam
livres e em Rouen antes mesmo que as autoridades soubessem de sua fuga. No
início de maio, eles estavam de volta a Londres.
O Mediterrâneo
O próximo comando de Smith foi o HMS
Tigre de 80 canhões e ele levou o núcleo de sua tripulação de Diamond com ele,
incluindo Wright. O Tigre foi enviado para Constantinopla como parte de uma
missão militar, naval e diplomática conjunta para ajudar os turcos em sua luta
contra os franceses. O general Bonaparte havia tomado a província otomana do
Egito para ameaçar as comunicações britânicas com a Índia. Ele logo estava
avançando ao longo do Levante.
Wright realizou suas tarefas não
convencionais habituais no Tigre e em terra. Suas habilidades linguísticas
foram muito usadas para negociar com os turcos, e sua diplomacia ajudou a
concluir o tratado de El Arish, que teria tirado os franceses do Egito se os
superiores de Smith não tivessem julgado os termos muito generosos. Wright foi
gravemente ferido e resgatado de uma pilha de cadáveres durante o cerco de
Acre, quando as armas e os fuzileiros do Tigre ajudaram a derrotar Bonaparte.
Enquanto o Tigre navegava na costa do
Egito, Wright “desembarcou a uma curta distância de Alexandria durante a noite,
não abertamente como um oficial naval britânico, mas barbudo, de bigode e xale
à la Turque e com o propósito expresso de reunir informações valiosas”. Ele foi
pego na noite seguinte.
Comando
As tropas francesas foram finalmente
derrotadas no Egito em 1801 pela expedição do General Sir Ralph Abercromby.
Smith foi transferido e Wright foi promovido e recebeu o comando do saveiro HMS
Cynthia, no qual navegou de volta para a Grã-Bretanha. Durante a breve Paz de
Amiens, ele foi enviado a Paris para fazer contato com seus velhos amigos
monarquistas. Trabalhando com a Embaixada Britânica, ele evitou o conhecimento
das autoridades até que rumores começaram a se espalhar sobre uma prisão
iminente. Ele deixou Paris secretamente com um grande baú de documentos
confidenciais e mapas da embaixada pouco antes da frágil paz entrar em colapso
e a guerra ser declarada novamente.
Promovido a capitão, Wright recebeu o
comando do brigue HMS Vincejo, um prêmio espanhol. Ele foi encarregado de
desembarcar agentes e se comunicar com os monarquistas e rebeldes restantes ao
longo das costas da Normandia e da Bretanha. É nessa função que ele faz uma
aparição no meu romance, For Our Liberty . Em agosto de 1803, ele carregou os
principais jogadores na chamada Grande Conspiração, que visava substituir
Bonaparte por outro general francês antes da restauração dos Bourbons. As
ordens de Wright frequentemente vinham dos mais altos níveis do governo e isso
o colocava em desacordo com o Almirante Keith, seu comandante nominal. Keith
ficou muito chateado por ter acesso aos mesmos segredos de um de seus
subordinados.
Capturado novamente
A Grande Conspiração falhou, e em 7 de
julho de 1804 o Vincejo estava na costa da Bretanha pesquisando para futuros
desembarques. Wright estava em terra na ilha de Houat na Baía de Quiberon e se
juntou ao navio quando ele ficou parado à vista de um porto francês.
Canhoneiras logo zarparam do porto e Wright tentou rebocar o navio com seus
próprios barcos, mas a maré virou e os levou de volta para a costa e para os
franceses que esperavam.
Os franceses abriram fogo. As carronadas
de curto alcance do Vincejo não eram páreo para os canhões de 24 libras nas
canhoneiras, e o navio britânico logo foi seriamente danificado. A coxa de
Wright foi cortada por metralha, mas ele se recusou a deixar o convés.
Eventualmente ficou claro que eles não poderiam vencer e Wright ordenou que as
cores fossem içadas.
Os franceses rebocaram o brigue
danificado para o porto e a tripulação foi feita prisioneira. Infelizmente para
Wright, ele foi entrevistado pelo governador local, General Julien, que o
reconheceu instantaneamente. Julien havia sido capturado no Egito e levado a
bordo do Tigre, onde Wright lhe emprestou sua própria cabine. Wright foi
enviado para Paris, junto com seu sobrinho de 14 anos que fazia parte da
tripulação. Julien enviou uma carta ao Ministro da Polícia e mestre espião
Joseph Fouché dizendo a ele que "o Capitão Wright é um aventureiro muito
astuto e perigoso", cujo interrogatório renderia muitas informações úteis.
Wright foi encarcerado na mesma cela no
Templo que ele havia ocupado com Smith dez anos antes, mas desta vez com o
colapso da oposição monarquista havia pouca esperança de fuga. Wright encontrou
uma lima, uma serra e um pouco de corda que estavam escondidos lá durante sua
primeira estadia, mas seu ferimento impediu qualquer pensamento de fuga.
Wright foi interrogado, mas se recusou a
dizer qualquer coisa, mesmo quando ameaçado com um pelotão de fuzilamento. No
entanto, outros membros da Grande Conspiração falaram e o implicaram. Trocas de
prisioneiros foram oferecidas, mas recusadas pelos franceses, mas com o passar
dos meses, Wright conseguiu estabelecer comunicações secretas com o mundo
exterior. Em uma ocasião, a polícia correu para sua cela enquanto ele escrevia
uma carta. Ele rapidamente colocou o papel na boca e continuou mastigando, mesmo
sendo espancado pela polícia. Todos os seus materiais de escrita foram
removidos.
Assassinato
Ele se divertiu lendo e tocando flauta.
Ele conseguiu ouvir que havia sido promovido a capitão do posto. Em 24 de
outubro de 1805, o antigo esconderijo de ferramentas e cordas foi descoberto.
Napoleão ordenou aos guardas que “colocassem o prisioneiro Wright em
confinamento solitário, esse miserável assassino que desejava escapar do
Templo”. Em 28 de outubro, Wright foi encontrado morto.
As autoridades francesas alegaram que ele
havia cometido suicídio após ler sobre a vitória de Napoleão em Ulm. Eles
também disseram que foi suicídio quando o almirante Villeneuve, que havia sido
derrotado em Trafalgar por Nelson, foi encontrado com seis facadas profundas no
peito e uma faca enfiada no coração. A imprensa e as autoridades britânicas
disseram que Wright havia sido assassinado. Os principais suspeitos de ordenar
a morte foram Fouché e o próprio Napoleão.
Após a derrota dos franceses em 1815,
Sydney Smith tentou descobrir a verdade, mas a prisão havia sido demolida e os
registros policiais destruídos. No entanto, Smith estava convencido de que seu
amigo havia sido assassinado. Quando perguntado sobre o assassinato de Wright
em St Helena, Napoleão negou envolvimento e disse que Wright havia se matado
para evitar incriminar outros. Ele denunciou Smith por alegar que Wright havia
sido assassinado porque isso só poderia ter sido feito por suas ordens e perguntou
o que ele tinha a ganhar com tal ato.
Seja qual for a verdade, ninguém pode
negar que Wright morreu como um herói, servindo seu país.
BISAVÔ: JAMES WRIGHT :
(8 de maio de 1716 - 20 de novembro de 1785) foi um advogado e administrador
colonial britânico que serviu como governador da Geórgia de 1760 a 1782, quando
a Guerra da Independência dos Estados Unidos levou os britânicos a reconhecer a
independência da Geórgia como parte dos Estados Unidos .
Data de nascimento:08 de Maio de 1716
Local de nascimento:London, Inglaterra
Falecimento: 20 de Novembro de 1785 (69)
London, Inglaterra.
Família imediata:
Nome do pai: Robert Wright
Nome da mãe:Isabella Pitts
Marido de Sarah Wright
Pai de :Sir James Wright(2 and Baronet).
Sir James Wright, (2nd Baronet) (1747 -
1816)
Falecimento: 1816 (68-69)
Família imediata:
Filho de James Wright, Colonial Governor
of Georgia e Sarah Wright
Marido de Sarah Williamson Wright (Smith)
Data de nascimento:1717
Falecimento: 1777
Filha de John Smith, Captain e Elizabeth
Smith
Continua....












Excelente John Wesley. Muito bom mesmo , parabéns a diagramação ficou incrível.
ResponderExcluirNesta segundo parte estudamos a estruturação política, econômica, e cultural de Arcoverde.
Onde descendentes de Hugo Du Payen primeiro Mestre Geral do Templário, Cavaleiros ou Cavalcanti se instalaram onde hoje é Arcoverde e um grande descendente da Linhagem Borgonha Templária o JANON WRIGHT conhecimento como o inglês da Volta que adota o nome de FRANCISCO RICARDO NOBRE OU FRANCISCO RICARDO NOBRE CAVALCANTI, TAMBÉM CONHECIDO COMO RICHARD NOBRE. PARA FUGIR DAS PERSEGUIÇÕES, que sua família WRIGHT estava passando na Europa e para trabalhar na expansão econômica da sua família sem ser reconhecido modificada totalmente seu nome . estudem está II Parte. Os que estudarem fizeram comentários sobre o que entenderam tanto na Parte I, Parte II, Parte III, receberam o certificado de estudo e o PDF do estudo completo.
Aos descendentes do INGLÊS DA VOLTA O FRANCISCO RICARDO NOBRE CAVALCANTI ESTOU A DISPOSIÇÃO PARA QUALQUER DÚVIDAS. E também desejo conversar com vocês para a continuidade das minhas pesquisas.