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Pesquisa Ação Arcoverde - Parte I

 Bem-vindos ao meu blog! Hoje quero compartilhar com vocês um pouco da minha recente visita a Arcoverde-PE, uma cidade repleta de história e encanto. Durante minha passagem, capturei imagens que refletem a essência das casas, ruas e praças dessa terra tão rica em cultura. Com grande entusiasmo, cedi essas fotos ao Museu do Homem do Campo e ao Museu Joacques Borgonha Demolay, ambos projetos importantes liderados por Maxuel Rodrigues, um talentoso produtor cultural e artista plástico, além de grão-mestre da Ordem Templária - Nova Ordem de Cristo. Essa colaboração faz parte da pesquisa "A Pesquisa Ação Historiando Arcoverde", que busca valorizar e preservar a memória desse lugar. Estou empolgado em fazer parte dessa jornada, que culminará em um documentário que, em breve, trará à luz ainda mais histórias dessa cidade fascinante. Acompanhem-me nessa aventura visual e cultural!



Abaixo a pesquisa ação - Textos e Pesquisa de Maxuel Rodrigues 

A  Pesquisa Ação Historiando Arcoverde.

Tem como meta buscar nos arquivos mais secretos da história a história por trás da história.

Uma pesquisa sobre a arquitetura de Arcoverde . As políticas econômicas que originaram Arcoverde.

 A religiosidade , a religiosidade Afro-brasileira , a religiosidade ancestral Arorubá, a ancestralidade Xucuru. Da Vila do Rio Branco , até Arcoverde.

Sua história antes da história

Imagem :John Wesley.

Pesquisa: Maxuel Rodrigues de Moraes.

Reportagem: John Wesley Paz.

Documentário: Direção John Wesley Paz

Roteiro: Maxuel Rodrigues de Moraes.

 


 

A história de Arcoverde , Pernambuco esta vinculada a Ordem Templária e aos descendentes Borgonhas.

Um destes membros da descendência Borgonha era o Rei da Inglaterra e da Escócia, Eduardo I.

Com a prisão dos  Templários em  1307 grande parte dos Templários  fugiram para a Escócia adquirindo os membros da linhagem sagrada da dinastia Borgonha o sobrenome de SantClair ou simplesmente SinClair.

Vale relembrar que Hugo Du pai  Primeiro Grão Mestre da Ordem Templária era casado com Elizabeth de Chappes SantClain descendente da linhagem sagrada  de Davi e Salomão e todos os homens desta família eram Templários.

Na Cronologia Pernambucana de Nelson Barbalha, no volume 09 na página 45 , item 1460 .

Fala que no ano de 1777  ;  quando o agreste pernambucano e o sertão sofriam os efeitos catastróficos da chamada fome grande auspicioso acontecimento ocorre no Araroba com a festa de 03 dias de duração e grande fartura de comida e bebidas as mais finas e mais variadas entre si__ o casamento da jovem sertaneja ÚRSULA JERÔNIMA CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE com o moço litorâneo ANDRÉ CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE seu parente.

 

 

( Aqui a velha tradição de casar descentes nobres com seus primos)

 

Nascida na FAZENDA CAMPO LIMPO  , nas proximidades da Pedra de Puxinana , ÚRSULA JERÔNIMA era filha legítima do Capitão - Comandante LUIZ CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE e de MARIA TEREZA DA SOLEDADE , sendo neta paterna do Capitão-mor MANOEL LEITE DA SILVA , e , materna , de CUSTÓDIO FERREIRA DE CARVALHO ( falecido em 1767) e de SUZANA DA SILVA ( Priora do Carmo , no Recife , e falecida em 1785. URSOLA JERÔNIMA tinha oito irmãos , todos da FAZENDA CAMPO LIMPO  : PONCIANO DE ARAÚJO CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE ; ANA MARIA CAVALCANTE BEZERRA , FELIPE CAVALCANTI BEZERRA , MANOEL BEZERRA CAVALCANTE , MARIA ROSA BEZERRA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE , JOSÉ CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE , FRANCISCO BEZERRA CAVALCANTI , e , LUIZA BEZERRA CAVALCANTI.

 

Recém -Chegado ao Município de CIMBRES , de cujo Senado da Câmara havia de se tornar-se presidente e juiz ordinário , o capitão ANDRÉ CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE nascido na vila de Igaraçu , era filho legítimo do tenente-conel sergipano SEMEÃO CORREIA DE LIMA e da pernambucana VITÓRIA DE MOURA BEZERRA CAVALCANTI. Por esta que era filha de SALVADOR COELHO DE DRUMMOND e de LEONARDA BEZERRA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE , descendente do ESCOCÊS JOHN DRUMMOND , de stobhel e Cargill , falecido em 1428 , o qual era casado com ELIZABETH SINCLAIR , por cujo  leito houve o filho  JOHN  DRUMMOND SANCLAIR , que deixando a Escócia e radicando-se na ilha da Madeira adotou o nome de JOÃO ESCÓCIO.

Os Drummonds da Madeira e as correspondências com a Escócia.

 

Os Drummonds da Madeira e as correspondências com a Escócia.


Os Drummond do Brasil e de Portugal descendem quase todos de um único membro desse clã escocês, John Drummond, também chamado João Escócio ou Escórcio, como passou a ser conhecido na ilha da Madeira. O relato que faço abaixo vem de uma narrativa feita em 1681 por William Drummond, que depois foi nomeado Visconde de Strathallan. O visconde se baseou em documentos no arquivo do clã no Castelo Drummond. Suas notas foram transformadas em livro em 1831, o qual está disponível em PDF na Internet . A parte sobre os Drummond da Madeira encontra-se a partir da pág. 92 .

1. João Escócio

2. A redescoberta do clã

3. O reencontro de 1604

4. A descendência na Madeira

5. Notas e referências

Nesta página, há uma cronologia com os eventos citados aqui.

 

João Escócio

John Drummond ou João Escócio era filho de John Drummond de Stobhall e Cargill e de Elizabeth Sinclair, proprietários do castelo de Stobhall. Esse castelo tornara-se propriedade do clã com o casamento de seu avô, outro John Drummond, com Mary Montfichet, em 1345 . Uma tia de João Escócio, Annabela, tornou-se rainha consorte da Escócia quando seu marido tornou-se o rei Raibeart III (Roberto III), que reinou de 1390 a 1406.

Segundo a narrativa de Strathallan, João saiu da Escócia em 1419, passou pela França e depois foi para a Espanha, onde participou de lutas contra o reino de Granada. Este reino era o último enclave muçulmano na Península Ibérica; sobreviveria até 1492. Mais tarde, continuou a viajar e foi parar na ilha da Madeira, onde se casou com uma madeirense chamada Branca Afonso.

Sabemos dessas suas aventuras porque elas estão relatadas em um documento oficial de 1519, emitido pelo Conselho de Nobreza da Escócia, para servir de atestado legal da sua ascendência. Mais abaixo, falarei mais sobre esse documento. Strathallan ainda acrescenta que João Escócio, na sua estadia na França, teria lutado contra os ingleses na Guerra dos Cem Anos, que então se desenrolava.

O arquipélago da Madeira até hoje é território português no Oceano Atlântico. Na época em que João saiu da Escócia, ela havia acabado de ser "descoberta" pelos portugueses (entre aspas, porque ela aparece em mapas pelo menos desde 1339). A tomada de posse da Madeira pelos portugueses foi um episódio da fase inicial das Grandes Navegações, que mais tarde levariam à exploração da costa da África, do sul da Ásia e do Pacífico e que culminariam na descoberta da América em 1492 e do Brasil em 1500.

A redescoberta do clã

Foi na Madeira que John Drummond passou a ser conhecido como João Escócio. O contato com seu país de origem foi perdido por algum tempo. Mas a família foi redescoberta pelo clã escocês acidentalmente em 1519, quando um navegador, Thomas Drummond, passou na ilha vizinha de Porto Santo e encontrou membros da família que ali residiam. Naquela altura, João Escócio já havia falecido havia "100 anos ou mais" (segundo o documento do Conselho da Nobreza que citei acima). Thomas conversou especialmente com um dos seus netos, Manuel Afonso Ferreira, e seus irmãos, filhos de Belchior Gonçalves Ferreira e de Branca Afonso (esta filha do João Escócio). Porto Santo é a segunda maior ilha do arquipélago, depois da própria Madeira, e é o local colocado no cabeçalho de várias cartas trocadas posteriormente entre os Drummond da Madeira e os da Escócia.

Manuel Afonso pediu a Thomas que requeresse ao clã na Escócia os documentos necessários para comprovar sua ligação com os Drummond, para que fosse também considerado parte da nobiliarquia de seu país, com todas as regalias disso decorrentes. Thomas enviou o pedido para o chefe do clã, David Lord Drummond.

Apesar de chefe, David era ainda muito jovem. Alguns primos mais experientes o auxiliaram, como Archbald, earl de Angus, e George, earl de Hyntly ("earl" é um título nobiliárquico e senhorial; o earl de Angus, por exemplo, tinha poder senhorial sobre o território de Angus). Eles decidiram enviar a requisição de Manuel Afonso ao Conselho da Nobreza da Escócia, que analisou a genealogia do clã e emitiu um atestado formal, reconhecendo que João Escócio era mesmo filho de John Drummond de Stobhall, membro do clã. Esse é o "documento do Conselho da Nobreza" que cite acima, que relatava a trajetória de João Escócio na França e na Espanha.

Thomas Drummond retornou ao arquipélago da Madeira com o atestado do Conselho e mais o brasão de armas do clã, e o entregou aos seus parentes de lá. Estava escrito em latim, que era a língua usada para documentos internacionais na época. Ele também menciona a história do húngaro que aportou na Escócia e que teria sido o primeiro dos Drummonds.

 

Além disso, Thomas levava uma carta pessoal do próprio David Lord Drummond endereçada a Manuel Afonso e seus irmãos (desta vez escrita em inglês), na qual chamava-os de "queridos e bem-amados primos" e os tratava como parte do clã. Na carta, dava-lhes informações adicionais sobre a família e convidava a enviar um representante do ramo da Madeira para a Escócia, garantindo que os membros do clã o tratariam como se fosse seu próprio filho.

Mas aqueles eram documentos escoceses e a Madeira era território português. Mais tarde, a família na Madeira decidiu ir mais além e conseguir um documento do governo de Portugal. Enviaram um parente, Diego Peres Drummond, até lá, para fazer uma requisição ao rei D. João III. Este aceitou e o documento oficial que emitiu, datado de 19 de março de 1538, descreve o brasão de armas dos Drummond.

 

O recontato de 1604

Os documentos ficaram arquivados em um cartório em Funchal, capital do arquipélago da Madeira, na própria ilha da Madeira. Porém, apenas em 1604 alguém da família se interessou ou pôde em fazer uso deles. Strathallan justifica esse interregno dizendo que a correspondência entre os Drummonds da Madeira e da Escócia havia sido interrompida devido a conflitos entre a Inglaterra e a Espanha e que, por isso, os madeirenses não puderam fazer uso do status nobiliárquico que lhes fora concedido.

Tratava-se da guerra de 1585-1604. Seu episódio mais conhecido foi a destruição da Invencível Armada espanhola pela esquadra inglesa em 1588 (com o auxílio luxuoso de uma tempestade que fez a maior parte do trabalho). A Espanha logo se recuperou, mas a derrota foi o prenúncio do domínio inglês dos mares a partir do início do século seguinte e que durou até a Segunda Guerra Mundial. O conflito foi um dos vários desdobramentos das guerras religiosas que assolaram a Europa ocidental desde o início da Revolução Protestante em 1517.

Essa guerra afetava a relação Madeira-Escócia porque, naquela altura, ambos os lados da correspondência estavam conhecendo o fenômeno da união dinástica. O rei da Espanha herdou o trono de Portugal em 1580 e os dois países permaneceram unidos por 40 anos. E o rei da Escócia herdou os tronos da Inglaterra e da Irlanda em 1603, união que durou 85 anos. O resultado foi que tanto Portugal quanto a Escócia herdaram os problemas da guerra entre Inglaterra e Espanha (não só: o Brasil herdou os da guerra de independência da Holanda contra a Espanha, o que levou às invasões holandesas no Nordeste brasileiro).


LIVRO PERNAMBUCO TEMPLÁRIO ATUALMENTE EM E-BOOK DE MAXUEL RODRIGUES.

 

Com o fim da guerra, em 1604 os descendentes de Martim Afonso Ferreira detectaram uma oportunidade da qual resolveram se aproveitar. Para implementar o tratado de paz, que havia sido assinado em 28 de agosto daquele ano, o embaixador da Inglaterra, Charles Howard, esteve pouco depois em Madri, acompanhado do earl de Perth, James Drummond. Na ilha da Madeira, um bisneto de Martim Afonso Ferreira, chamado Martim Mendes de Vasconcelos Drummond, soube que seu importante parente de Perth estava na capital espanhola. E também que o rei da Inglaterra devia grandes favores a ele e sua irmã, Jean Drummond, condessa de Roxburgh.

Martim apelou a eles para intermediarem uma carta de recomendação ao rei da Inglaterra e também que os embaixadores espanhóis na Inglaterra intermediassem outra carta de recomendação para o rei da Espanha. Assim foi feito. O próprio rei da Inglaterra, James I (que também era James VI da Escócia por causa da união dinástica), enviou uma carta ao rei Felipe II da Espanha recomendando que também concedesse aos Drummond da Madeira os mesmos "favores e mercês" que os reis de Portugal haviam concedido.

O pobre mensageiro que levava o resultado positivo das petições até a Madeira, William Crawford, foi assaltado por piratas no meio do caminho e teve que aportar na costa da África (provavelmente no atual Marrocos). Só conseguiu chegar na Madeira dez anos depois (veja aqui a carta que enviou da Madeira à Escócia, em inglês). Mas conseguiu entregar sua encomenda. As correspondências entre os Drummond da Madeira e os earls de Perth continuaram até 1634. No livro de Strathallan  há mais três, escritas em latim e em inglês. Como ainda não pude traduzir as em latim para ver seu conteúdo em detalhe, paro esta narrativa por aqui.

 

A descendência na Madeira

A descendência dos Drummond da Madeira está descrita nas genealogias madeirenses, como o "Nobiliário Genealógico das Famílias", de Henrique Henriques de Noronha, publicado em 1700 (de 3 volumes) ou os "Apontamentos para a genealogia de diversas famílias da Madeira", de Felisberto Bittencourt de Miranda, publicado em 1888. Todos estão disponíveis em PDF no site do Centro de Estudos de História do Atlântico (P.S. de 06/02/2015: parece que esses livros foram retirados desse site; não consegui mais encontrá-los lá). Há também uma versão em DVD comercializada.

Vários membros da família Drummond da Madeira foram ao Brasil. Na carta enviada pelo rei da Inglaterra, James I, ao rei da Espanha, Felipe II, de 1613, é mencionada a presença de membros do clã no nosso país. O mesmo aconteceu em uma das cartas trocadas pelos Drummond da Madeira e pelo earl de Perth, datada de 1623 . Antes disso, um certo Manuel da Luz Escórcio Drummond apareceu com sua mulher e seus filhos em Santo André, no litoral de São Paulo. Ali, casou-se uma segunda vez, depois de enviuvar, e mudou-se para o Rio de Janeiro. Descendentes seus apareceram em Minas Gerais no início do século XVIII . Outros Drummond do Rio de Janeiro apareceram na Bahia, como Domingos Gonçalves Drummond, natural de Cabo Frio, que foi para Salvador no século XVIII .

Mas os Drummond de Minas são em grande maioria descendentes de um único imigrante, Antônio João de Freitas Carvalho Drummond, que nasceu em 1723 em Funchal, na Madeira. No livro de Felisberto Bittencourt de Miranda, no título "Carvalhos de S. Gil", ele aparece como "Antônio Carvalho, que foi para o Brasil".

 Conhecimentos Templários chegaram a Henry SinClair graças a Roberto Bruce , que  foi Instruído sobre os Ritos Maçônicos , e sobre a localização da Merica e as vilas do Graal .

Foi na Arcádia ( depois conhecida como Acádia) que o príncipe Henry SinClair e seus Cavaleiros Templários procuraram um refúgio para os descendentes de Davi e Salmo ( também conhecida como linhagem sagrada) , que , por meio de

casamentos como os de ÚRSULA JERÔNIMA CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE E ANDRÉ CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE descendente de Henry SinClair no agreste Pernambucano , estes casamentos convenientes e planejados estabeleceram uma vinculação direta entre a casa de Davi e a dinastia Francesa dos Borgonha e dos Merovíngios . Os objetivos de SinClair foram alcançados com notável simplicidade e sigilo até o momento em que os acadianos foram deportados pelos ingleses em 1755 . Talvez por esse motivo JOHN DRUMMOND SANCLAIR mudou seu nome para JOÃO ESCÓCIO.

 A HISTÓRIA DE Henry SinClair encontra sustentação num documento histórico chamado Narrativa de Zeno , escrito em 1555 por Antônio Zeno , sobrinho - neto  dos Almirantes venezianos Nicolo e Antônio , que acompanharam SinClair em sua viagem ao Novo Mundo.

Como falei anteriormente no Livro Alquimia de uma Alma , Papiro V , o Cavaleiro de Cristo , na Ordem Templária  o cargo de Grão Mestre era hereditário e Henry SinClair era Grão Mestre Hereditário da Ordem Templária Escocesa.

 Henrique I Sinclair, Conde de Órcades, Senhor de Roslin

 ( c.  1345  – c.  1400 ) foi um nobre escocês . Sinclair detinha o título de Conde de Orkney (que se refere a Norðreyjar e não apenas às ilhas de Orkney) e foi Lorde Alto Almirante da Escócia sob o Rei da Escócia . Ele às vezes era identificado por outra grafia de seu sobrenome, St. Clair . Ele era o avô de William Sinclair, 1.º Conde de Caithness , o construtor da Capela Rosslyn . Ele é mais conhecido hoje por causa de que participou da explorações da Groenlândia e da América do Norte quase 100 anos antes de Cristóvão Colombo . William Thomson, em seu livro The New History of Orkney , escreveu: "Foi o destino singular de Earl Henry desfrutar de uma reputação póstuma cada vez maior que tem muito pouco a ver com qualquer coisa que ele conquistou em sua vida."

Henrique I Sinclair Conde de Orkney Barão de Roslin


Ele também era descendente direito da Linhagem Sagrada que por meio de casamentos estratégicos entre famílias francesas os Borgonhas , que fundaram Portugal , os Morenvigios que fundaram a Inglaterra e os SantClair que fundaram a Escócia todos da linhagem sagrada e descendentes de Jesus e Maria Madalena.

Todos os membros das famílias de ÚRSULA JERÔNIMA CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE e ANDRÉ CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE foram citados no início deste capítulo por NELSON BARBALHO , apenas para falar da descendência do jovem casal com a família SantClair da Escócia , que era da linhagem sagrada e todos Templários continuando o plano administrativo de Jacques Borgonha de Molay para As terras da Merica ou América como conhecemos hoje.

Vejamos a continuação de Nelson Barbalho sobre o Jovem Cavaleiro Templário ANDRÉ CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE e sua jovem sertaneja ÚRSULA JERÔNIMA CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE.

Em pesquisa oral com a senhora Creuza SantClair da Cidade de Lajedo , residente na avenida presidente Kennedy 387 , perguntei lhe qual era o nome do seu paí , e se ela sabia o porquê ele havia colocado o seu nome daquele jeito, perguntei se ela sabia o significado do  seu nome?Ela falou me que o seu pai colocou o seu sobrenome por acaso ao perguntar qual o nome dele ela me informou que era Manoel Alves Cavalcante de Albuquerque. E como vimos em capítulos anteriores os sobrenomes Cavalcanti e Albuquerque são apelidos que depois virou sobrenome dos descendentes  dos Borgonhas dos Reis da primeira dinastia de Reis de Portugal , e Cavalcanti  dos descendentes Borgonhas Sant Clay na Itália.

 E que estes Albuquerques e cavalcantis sabiam quem eram descendentes hereditários de D.Afonso I Rei de Portugal filho de D.Henrique de Borgonha , e também descendentes Hereditários do Conde Henry SantClair da Escócia. Voltando a JOÃO ESCÓCIO , casou com BRANCA AFONSO . Assim ao chegar nas Terras do Novo Mundo os descendentes de Henry SantCly adotavam o apelido e depois sobre nome CAVALCANTI , para se indentificar entre a Nobreza a que pertenciam.

O mesmo procedimento  fez o Inglês da Volta , que ao chegar ao Brasil adquiriu o nome de FRANCISCO RICARDO NOBRE CAVALCANTE.

 Continua....

Comentários

  1. Este estudo é uma pesquisa de 5 anos buscando as origens das famílias que fizeram a gestão de Cimbres. A política e a economia que fizeram dos territórios que hoje são as cidades Arcoverde , Pesqueira, Sanharó , um potência econômica com pessoas vindas de Portugal , Inglaterra e Escócia em um grande consórcio empresarial. São de duas a três partes de uma pesquisa que vai encantar a todos.

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  2. O QUE ME CHAMOU ATENÇÃO NÊSSE BÉLO E MAGNÍFICO ESTÚDO, É QUE AS FAMÍLIAS CAVALCANTE E CAVALCANTI TÊM SÚAS SUBDIVISÕES NATURÁIS E MESCLÁDA COM BEZÊRRA DE ALBUQUÉRQUE...
    CONFÉSSO QUE TÍVE VONTADE DE PESQUISAR MINHAS RAMIFICAÇÕES FAMILIÁRES DOS SOBRENOMES DÁ SÍLVA, COSTA, E LÍMA...

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  3. APELÍDOS QUE VIRÁRAM SOBRENÔMES...
    CAVALCANTE E CAVALCANTI...
    SINCLAIR, NOMES NÓBRES...
    5 ANOS DE DEDICAÇÃO E ESTÚDOS PÁRA ELABORAR E REUNIR FATOS CONCRÉTOS DÁ HISTÓRIA DE ÁRCO-VÊRDE PERNAMBÚCO...

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